Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos, morreu no início da tarde desta quarta-feira (12), na Escola Municipal Bruna Diniz Patrocínio Alves

A morte de Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos na Escola Municipal Bruna Diniz Patrocínio Alves, no bairro Liberdade em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, gerou comoção na comunidade escolar. O caso aconteceu nesta quarta-feira (12). Segundo informações, Emanuelly passou mal durante a merenda escolar.
Veja tudo que se sabe até agra sobre o caso:
- O que aconteceu?
- A criança morreu dentro da escola?
- A Polícia Civil está investigando o caso?
- A criança era autista?
- Qual a versão da família?
- O que diz a Prefeitura de Ribeirão das Neves?
- O que ainda precisa ser esclarecido?
- As aulas foram suspensas?
O que aconteceu?
Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos, morreu no início da tarde desta quarta-feira (12), na Escola Municipal Bruna Diniz Patrocínio Alves. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), a menina teria se engasgado durante a alimentação.
A corporação informou que recebeu um chamado sobre a ocorrência e orientou, por telefone, uma profissional da escola sobre os procedimentos que deveriam ser adotados em casos de obstrução das vias aéreas.
A criança morreu dentro da escola?
Segundo a Prefeitura de Ribeirão das Neves, Emanuelly apresentou um “mal-estar nas dependências da escola”.
Funcionários da unidade prestaram os primeiros socorros à criança e realizaram as manobras de atendimento indicadas enquanto aguardavam a chegada do Samu.
De acordo com a prefeitura, o serviço de socorro demorou cerca de 15 minutos para chegar à escola. Os profissionais do Samu realizaram manobras de reanimação por mais 40 minutos, mas a criança não resistiu e morreu no local.
A causa da morte já foi confirmada?
O representante técnico médico de Ribeirão das Neves, William Silva, afirmou que ainda não é possível determinar a causa da morte e que será necessário aguardar o laudo da perícia da Polícia Civil.
“Um incidente ocorreu no período em que a criança estava na escola. E a gente não sabe se foi engasgo, a gente vai aguardar o laudo pericial da polícia. O fato é que aconteceu esse incidente durante o período de alimentação dela”, afirmou.
Ainda segundo o médico, uma equipe da escola realizou o primeiro atendimento e, simultaneamente, uma equipe da unidade de saúde ao lado também foi acionada, assim como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
“O médico do SAMU prestou o o atendimento mais técnico, fez a avaliação da via aérea da da da criança e me parece que foi retirado um pedaço de alimento. Mas tudo é especulação”, disse William Silva.
A Polícia Civil está investigando o caso?
A Itatiaia demandou a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para saber se a morte da criança é investigada e aguarda um posicionamento.
Emanuelly tinha diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) de nível 1 de suporte. Segundo a secretária de Educação de Ribeirão das Neves, Dolores Kicila, a menina não precisava de uma profissional de apoio (profissional que auxilia alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou mobilidade reduzida na rotina escolar) durante as refeições.


