Governo define aumento de até 3,81% nos medicamentos, o menor dos últimos 20 anos

O preço dos medicamentos deve subir em todo o país, com reajustes que podem chegar a 3,81%. O aumento anual autorizado pelo governo varia conforme o nível de concorrência entre os produtos e leva em conta fatores como a inflação e os custos do setor farmacêutico.

Na prática, esse percentual funciona como um teto máximo. Ou seja, as empresas podem aplicar reajustes menores — ou até não repassar o aumento — dependendo das condições de mercado.

Medicamentos com maior concorrência, classificados como nível 1, podem ter reajuste de até 3,81%. Já os de menor concorrência, nível 3, têm limite de 1,13%.

O repasse também não ocorre de forma imediata ou uniforme, já que cada farmácia define seus preços com base em negociações com a indústria.

Para tentar economizar, a orientação é pesquisar antes de comprar e considerar alternativas mais acessíveis. “O caminho é pesquisar preços e, sempre que possível, optar por medicamentos genéricos”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Ele reforça que os genéricos passam por rigorosos critérios de qualidade e têm a mesma eficácia terapêutica dos medicamentos de referência. A principal diferença está no preço, que costuma ser mais baixo.

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