Doença perde apenas para o câncer; pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (9)

Alzheimer
 é a segunda doença mais temida pelos brasileiros, ficando atrás apenas do câncer, apontou uma pesquisa Datafolha encomendada pela farmacêutica Eli Lilly.

A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (9). Alzheimer está à frente de doenças como Parkinson e Aids no ranking das doenças mais temidas pelos brasileiros. Segundo os dados, quatro a cada 10 brasileiros conhecem alguém que tem Alzheimer.

Mais de 2 mil pessoas com mais de 16 anos foram ouvidas pela pesquisa, realizada em dezembro do ano passado. Elas foram perguntadas sobre qual diagnóstico mais temiam que atingisse algum parente ou amigo. As cinco opções eram Alzheimer, Parkinson, Aids e câncer.

O câncer foi colocado em primeiro lugar por 75% dos entrevistados. O Alzheimer foi escolhido por 13% dos entrevistados, segundo da Aids (9%) e do Parkinson (1%).

O câncer foi colocado em primeiro lugar por 75% dos entrevistados. O Alzheimer foi escolhido por 13% dos entrevistados, segundo da Aids (9%) e do Parkinson (1%).

Os entrevistados foram questionados também sobre qual doença é mais importante receber o diagnóstico mais cedo para ter sucesso no tratamento. As pessoas responderam quase de forma unânime: 84% citaram o câncer.

Outra unanimidade entre os participantes foi sobre a importância de procurar um médico ao notar os primeiros sinais de Alzheimer: 99% concordaram. Segundo a pesquisa, 88% acham que as pessoas só procuram ajuda quando os sintomas já estão mais graves, enquanto 60% acreditam que costuma haver um intervalo de tempo longo entre os primeiros sinais de confusão ou perda de memória e a busca por um especialista.

O que é o Alzheimer?

O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo que se manifesta pela deterioração da função cognitiva e da memória. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. No mundo, o número chega a 50 milhões de pessoas.

A doença costuma evoluir entre os estágios:

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