Senador e ex-presidente do Congresso Nacional falou sobre a disputa de 2026 em entrevista exclusiva à Itatiaia nesta segunda-feira (14)

O senador Rodrigo Pacheco (PSD), ex-presidente do Congresso Nacional, concedeu entrevista à Rádio Itatiaia nesta segunda-feira (14). Durante a conversa
, o parlamentar abordou temas como “tarifaço” de Trump ao Brasil, eleições de 2026 em Minas Gerais, vetos do Propag e conversas institucionais com partidos políticos.
Leia abaixo alguns tópicos da entrevista:
- Eleições de 2026 e governo de MG – “Eu jamais vou me render ao radicalismo. Eu vou conversar com todo mundo, conversar com todos os partidos políticos, mas com quem seja democrático, quem não negue ciência, quem não nega a vacina, quem não nega que houve uma ditadura, quem não nega que nós precisamos preservar a democracia, quem não nega que a institucionalidade, o respeito aos demais poderes e às instituições é uma tônica interessante para o progresso do país.”
- ‘Tarifaço’ de Trump – “Há uma premissa, que foi uma premissa equivocada, usada para essa taxação dos 50%. E o uso dessa questão de negociação sobre um processo judicial do ex-presidente [Bolsonaro] no Supremo é algo que, definitivamente, não se pode aceitar. No Brasil, há uma separação entre os Poderes, não há o que o governo federal e o presidente Lula possam fazer num processo judicial que envolve o Ministério Público, a Procuradoria Geral da República, a Corte Suprema do país, de modo que, na minha opinião, é muito infeliz essa associação, que soa, inclusive, como chantagem.”
ASSISTA À ÍNTEGRA:
PSD e partidos políticos – “Eu gosto do PSD, fui muito bem recebido pelo presidente Gilberto Kassab, pelos quadros do partido, especialmente no Senado, que me deram muita sustentação no período em que fui presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional”. […] “Acho que o PSD não pode deixar de ter um projeto em que ele possa encabeçar, que tenha protagonismo, que possa permitir uma reconstrução do estado de Minas Gerais, para se entregar a um projeto que, eventualmente, não é adequado e já se mostrou ineficaz”.