
Eduardo Abner de Oliveira levou Michelle Leão Azevedo sem vida para o hospital • Itatiaia
A defesa do sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, suspeito de matar a capitã da Polícia Militar Michele Leão, em julho deste ano, falou pela primeira vez à Itatiaia e afirmou que a causa da morte da capitã “parece obscura”. Além disso, para a defesa, existem “questões a serem esclarecidas”.
“O laudo está muito bem feito, muito bem fundamentado, mas a defesa entende que há ainda algumas questões a serem esclarecidas com relação a qual do eventual trauma teria sido a causa eficiente da morte. Existe uma circunstância muito importante, que é o fato de não haver qualquer tipo de fratura craniana. Então, a causa da morte para nós ainda parece um pouco obscura”, disse o advogado André Myssior.
Outra questão citada pelo advogado é relacionada às lesões causadas pela prática sexual da qual eles eram adeptos, que costuma deixar vestígios. “É uma questão a ser esclarecida no curso da ação penal, o que cada lesão significa, qual a origem e a relação, se é que há, dessas lesões com o óbito da Michelle”, afirmou.
Eduardo Abner foi indiciado por feminicídio majorado, tráfico de drogas, fraude processual e lesão corporal. Essa última está relacionada a um episódio ocorrido antes da morte de Michelle.


