Jogadores dos dois times protagonizaram confusão generalizada antes do apito final no Mineirão

O atacante Hulk comentou a briga generalizada ocorrida no final do clássico entre Atlético e Cruzeiro
no Mineirão, neste domingo (8). Aos 51 minutos do segundo tempo, os jogadores de ambos os times partiram para briga, com trocas de socos, chutes e empurrões no gramado do Gigante da Pampulha.
Primeiro, o camisa 7 mostrou arrependimento, mas justificou ter participado da pancadaria.
“Eu não me recordo de ter participado de violência assim numa partida de futebol que estive presente. Não me recordo. É lamentável, eu não vou cansar de pedir desculpas. Claro que a gente está defendendo nossas cores, vamos defender até a morte. A gente tenta apaziguar, mas o sangue quente, a gente vê um compnaheiro sendo agredido, automaticamente vai reagir. Tem que defender o companheiro e as cores do teu time.”
“Poderia ser evitado, poderia ser evitado. Não canso de falar que o principal de tudo que aconteceu é o Matheus, o árbitro. Eu tinha falado com ele no início do segundo tempo ‘se você não tiver o controle do jogo, esquece’. Começou a ter tapa na cara, empurrão e ele não fazia nada”, continuou.
Por fim, Hulk criticou a qualidade da partida disputada no Gigante da Pampulha.
“Foi um jogo pouquíssimo jogado, muito truncado. Parecia o amistoso em Orlando, pancadaria e o árbitro não fazia nada. É feio, é feio para mais de 50 mil torcedores assistindo, feio para quem está assistindo em casa, feio para quem gosta de jogar futebol. Se tem uma pancadaria, e o árbitro deixa, é feio. Não teve jogo.”
Fim da hegemonia do Atlético
Com o título, o Cruzeiro impediu o sétimo título seguido do Atlético e encerrou um jejum de sete anos sem taças estaduais. Agora, a Raposa tem 39 conquistas, contra 50 do rival.


